Busca

Alegria de Mãe

Categoria

Minha vida

O menino do aeroporto

Viajando esses dias, me deparei com algumas crianças. Em aeroportos mães precisam ser criativas para entreter os filhos, as vezes, durante longas horas de espera. 

Ajudamos uma mãe que viajava sozinha com seu filho de, creio eu, aproximadamente dois anos.

O pequenino estava maravilhado com o gigante avião que acabara de chegar na enorme janela à nossa frente! 

Um homem se aproximou, estava usando o celular, apoiou um de seus pés sobre a barra de proteção. O menininho, sem pensar muito, logo colocou uma de suas pernas na barra, imitando o homem que nem conhecia.

O viajante, provavelmente nem percebeu que uma criança o observava, e não só isso, o imitava!

E nós, que somos pais e sabemos que somos observados, será que estamos dando bons exemplos para os nossos filhos imitarem?

Se você tem o costume de dizer palavrões, por exemplo, e seu filho te imita, não vale muito dizer pra ele parar, porque na cabecinha dele, se o pai/mãe faz, vale a pena copiar. 

Nosso modelo de imitação, como mães cristãs, deve ser:

“¶ Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.”

‭‭Efésios‬ ‭5:1-2‬ 

Não só as coisas ruins que fazemos, mas as boas, os filhos observam e copiam. Quando estou acamada, minha filha de cinco anos faz o que geralmente faço quando ela fica doente: lê livros, prepara algo para comer, pergunta se precisa de alguma coisa mais.

Seus filhos, assim como o menino do aeroporto, estão te observando! Qual exemplo você está dando? Você ficaria feliz se ele te imitasse?

Continuem firmes com os olhos em Jesus,

Carmen

Cogumelos bons ou não?

Há uns dias atrás, no carro, contava para meu marido algo sobre ter “sentido Deus falar ao meu coração”, sobre um assunto. Não notei que minha filha mais velha, de 5 anos, prestava atenção na conversa!
Alguns dias depois, quando desobedeceu, a pedi para ir para o quarto, que já iria pra lá para conversarmos. Aos prantos, ela dizia como estava triste que tinha desobedecido…e realmente notei sinceridade! Ela não queria desobedecer, porque não agradava a Jesus isso. E chegamos ao ponto dela dizer:”Porque Jesus não fala comigo?” No momento não entendi direito e expliquei que Ele fala, quando lemos a Bíblia podemos aprender como Ele é e como podemos agradá-lO. Mas o que ela havia lembrado era daquela conversa no carro. Tentei explicar de forma que ela entendesse melhor.
Dias se passaram…
Estávamos passeando no campo, quando vi cogumelos e expliquei aos meus filhos que existem cogumelos bons e ruins, então era melhor não pegarmos aqueles, pois não sabíamos qual tipo era. Mais que depressa, minha filha teve a brilhante idéia:”É só você orar, e Jesus vai falar no seu coração se é cogumelo bom ou não!”
Ah, que sempre tenhamos a fé da criança, descomplicada e simples. A fé que diz se o cogumelo é bom ou não!
Sou grata a Deus por oportunidades no dia-a-dia para conversar sobre Ele com meus filhos!

Deus é mais poderoso que a alergia do meu filho!

O livro que citei no vídeo “tutorial Ser Mãe”, tem uma frase que me chamou a atenção: “Não há nenhuma coisa, situação ou circunstância que seja mais poderosa do que Ele é.” Gloria Furman fala sobre a necessidade de demonstrarmos graça para com nossos filhos e de vermos a maternidade como algo para a glória de Deus.

Mas essa frase me cativou porque lembrei do meu filho alérgico. Se você conhece alergia alimentar um pouco, sabe que pode dar muito trabalho. Raras são as vezes em que abro a fralda e vejo cocô “bonito”. Isso me desanima e fico triste. Uma amiga me abriu os olhos e disse: “É exatamente isso que o diabo quer, te ver desanimada e vencida. Ao invés disso, louve a Deus cada vez que trocar a fralda.”

E foi isso que comecei a fazer!

Na verdade, creio que Deus quer usar a alergia de meu filho para ME transformar, para trabalhar algo em MINHA vida!

Quando li a frase “Não há nenhuma coisa, situação ou circunstância que seja mais poderosa do que Ele é.”, me deu novo ânimo. Deus conhece as diarréias constantes, os dias em que meu filho só quer colo, as horas que passo cozinhando sem leite e sem ovo…etc.

Deus conhece as dificuldades que cada uma de nós tem. Não desanime!

ELE É PODEROSO!

Quero terminar com esse trecho do livro:

Em nossos momentos de frustração, orgulho e apatia, é bom lembrarmos que a Jesus foi dada toda a autoridade sobre tudo (Sl.8:6, Mt 28:18, Ef 1:22). Tudo foi criado por meio dele e para ele (Cl. 1:16).”

Fiquem firmes no Senhor,

Carmen

Desconecte seus filhos

No mundo todo a TV é oferecida como um prato saboroso! A dieta dos eletrônicos tem ganhado muitos adeptos.

A Academia Americana de Pediatria limita o tempo em frente a TV entre 1 a 2 horas, para crianças acima de 2 anos. E para crianças até 2 anos, nada de TV.

Se você é mãe, e principalmente, se é mãe que trabalha em casa, com seus filhos por perto, há de concordar comigo que as vezes é beeeem mais confortável deixar os filhos “só um pouquinho” em frente a televisão ou talvez no tablet.

Esses dias, conversando com uma boa amiga, mãe de quatro filhos, entre 7 e 14 anos, ela comentou sobre como as crianças preferem estar com os eletrônicos.  Ela os força a ir brincar no quintal, e não é que surgem brincadeiras cheias de emoção e fantasia?! Essa é uma das coisas que mais me chama a atenção: crianças que passam muito tempo em frente a TV perdem a capacidade de imaginar suas próprias histórias e personagens. Tudo é dado “mastigado”, os super heróis são aqueles, as roupas serão daquela cor como viram no desenho e a violência será repetida. Já foi comprovado que assistir a cenas violentas pode provocar ansiedade e medo e que as crianças passam a ver a violência como meio adequado para resolver problemas (Talvez você já ouviu sobre a correção física, que é bíblica, gerar violência. Daí me pergunto porque não se preocupam com os desenhos violentos….mas isso vou deixar para outro post).

Outra questão afetada é a falta de paciência. O que assistimos na TV tem seu ritmo acelerado. Um filme, por exemplo, não acontece como seria na vida real, tudo é muito mais rápido. Claro, você diz, é um filme, precisa “caber” naquele tempo previsto. Sim, mas isso faz com que a criança já desenvolva uma “pressa” em como ela acha que as coisas deveriam acontecer.

Algo que percebo também é a propaganda, como influencia a criança. Quando a TV é liberada em casa, usamos Netflix, quem conhece, sabe que não tem propaganda e você escolhe o que irá assistir. Por exemplo, se escolho Barney, somente Barney irá passar e sem propagandas. Já ouvi crianças dizerem que precisam daquele brinquedo. Se não tivessem visto, não saberiam da existência dele. Claro que o pessoal do marketing sabe exatamente como funciona a mente da criança. Mas, pais, isso gera o consumismo em nossos pequenos filhos. É isso o que queremos? Criar pessoas que precisam de coisas e mais coisas?

Já se sabe que a obesidade infantil tem aumentado, grande influencia do tempo “parado” em frente aos eletrônicos, ao invés de se movimentarem com brincadeiras. Sem falar de se alimentar em frente a TV, momento em que está ingerindo calorias que muitas vezes não percebe.

Poderia continuar uma grande lista de influências negativas que a TV/videogame/tablet/celular tem sobre a criança. Mas hoje quero te estimular a “empurrar” seu filho para o mundo real, e dizer “É possível!” Você também pode conseguir desligar a TV mais vezes, ou tirar a criança do videogame…

Minha amiga, que tem quatro filhos, consegue! Ela me estimulou a escrever esse post, para mostrar que mães “normais” (talvez nem tanto..hehe), como ela e eu, conseguem “dominar” o mal que está invadindo nossas casas, o mal virtual, que se não cuidado, se tornará real! Cuide de seus filhos, gaste tempo com brincadeiras reais, leituras, Bíblia, músicas, etc! Ela ainda pediu pra dizer: “É muito mais cansativo criar filhos longe dos eletrônicos!” Será que muitos pais estão sendo preguiçosos?

Mães normais que amam a Deus, sabem o bem que querem para os seus filhos!

Vamos lutar juntas! Aqui no blog já dei idéias de atividades que faço com meus filhos.

Até a próxima,

Carmen

Dia dos Avós – faça memórias com seus filhos!

O Dia dos Avós está chegando! É comemorado dia 26 de julho. Não sei a história por trás desse dia, o que sei é que avós sempre foram muito especiais para mim. Na minha vida foram pessoas carinhosas e mesmo morando longe, presentes!

Na infância, convivi mais com meus avós paternos, lembro de minha avó me buscando, as vezes, na escolinha que tinha no nosso bairro. Ou outra ocasião em que sentei debaixo da cadeira em que ela estava fazendo crochê, puxei o rabo do gato, imediatamente ele se virou o mordeu a perna de minha vó (desculpe, vó…hehe). Também lembro de seu colo carinhoso! Ah, vó Maria, que saudades! Já meu avô Gustavo, era “mais na dele” (ou talvez eu tenha somente essa memória dele). Passava o dia em sua oficina de violinos. Dele, me lembro do sorriso, era raro, mas guardo até hoje um momento ao redor da mesa, com alguma delícia preparada pela minha avó, e ele sorriu para mim! É como se conseguisse vê-lo e tivesse o momento congelado em minha mente!

Na fase adulta, passei um tempo na Alemanha, isso me fez conhecer melhor meus avós (Oma e Opa) maternos. Meu avós tinham algumas “tradições” de casal que gosto de me recordar, por exemplo: toda noite meu avô preparava frutas e chocolate meio amargo ou amargo para os dois comerem assistindo TV. Cada um só podia um pedacinho de chocolate. Nem sempre era a TV ligada. Huummm…ainda consigo sentir o gosto doce do amor que flutuava pelo ar ao comer o pedacinho de chocolate! Meu Opa, mesmo acamado, me ensinou a anotar as horas de trabalho da padaria onde amassei uns pães, para que o pessoal não me deixasse para trás, e não é que valeu a pena! Um dia, quando ele estava doente, eu é que cortei frutas para ele, foi tão especial!

E num dia estranho, eu estava na casa de uma família, onde morava na época, perto da casa dos meus avôs, o telefone tocou e meu tio compartilhou o falecimento de meu avô! Nunca pedalei com os olhos tão embaçados como naquele dia de verão!

Quando olho para trás, vejo que me lembro de detalhes entre meus avós e eu! Por isso, quero estimular as mãezinhas que estão lendo: façam algum detalhe nesse dia dos avós! Talvez um piquenique ao ar livre, ou mesmo dentro de casa. Uma pintura com tinta guachê. Um café da manhã especial. Incluam os avós de forma especial na vida de seus filhos!

Sei que tem mães que deixam os filhos frequentemente na casa dos seus pais, por diversos motivos, que não entram em questão nesse post.. Talvez por isso, já se tornou rotina o encontro entre netos e avós. Faça algo com seu filho para os seus pais! Vale a pena! Não precisa gastar muito, ou nem precisa gastar!

Como citei acima: me lembro de detalhes!

Hoje em dia tenho só uma avó viva, que mora na Alemanha. Não posso estar lá, mas tento mandar cartas, telefonar as vezes. E talvez, ela também guarde esses detalhes!

E como alguém disse:”Um homem sem memória é um homem sem passado.”

Ajude seus filhos a guardar os avós em suas memórias!

Dia dos Avós

“Tu és o lugar em que me escondo…”

Quando meus filhos se machucam, eles correm para achar um abraço, um lugar onde se sentem seguros. As vezes, a dor é sentimental, então o que precisam é de um lugar para se esconder e sentir carinho.

Creio que somos assim também. Como filhos de Deus, quando nos machucamos, nos sentimos tristes, talvez confusos, ou sem saber o que fazer, podemos correr para o colo do nosso Pai celestial, onde nos sentiremos seguros.

Na minha leitura bíblica dessa semana, Salmos 32:7 me chamou a atenção, e logo me lembrei de um momento que consegui capturar nessa linda foto: um abraço carinhoso de minha filha com meu marido. Ele é grande e forte, muito maior que ela, os braços dele dão segurança a ela, pequena e frágil.

Me imaginei nos braços de Deus e me escondendo dos problemas e dificuldades. O versículo ainda diz que Ele nos cinge de alegres cantos de livramento. Além de nos acolher na angústia, nos dá o livramento. Que confortante saber que nosso Pai nos dá essa segurança!

Continue em frente, mãezinha, a sua dificuldade pode não ser a mesma que a minha, mas procure O lugar para se esconder! Ele pode aliviar sua angústia e te cingir de alegres cantos de livramento.

Bom final de semana,

Carmen

“Tu és o lugar em que me escondo, tu me preservas da angústia; tu me cinges de alegres cantos de livramento.” Salmos 32.7

Bolo de Banana sem Farinha sem Açúcar (com versão sem ovo)

Se você é novo aqui no blog, talvez não saiba que um de meus filhos é alérgico a ovo e a proteína do leite de vaca. Por isso tenho algumas receitas sem esses ingredientes. A receita campeã é o waffle, que pode ser adaptado para a famosa panqueca americana, muito amada por aqui!

BOLO DE BANANA SEM FARINHA SEM AÇÚCAR (que achei aqui no site Panelaterapia)

Ingredientes:

– 2 bananas nanicas ( devem estar beeem maduras, quase estragando);

– 1/2 xícara de uvas passas pretas;

– 2 ovos pequenos;

– 1/4 xícara de óleo;

– 1 xícara de aveia (tanto faz flocos finos ou grossos);

– 1 colher (sopa) de fermento em pó.

* Minha xícara medidora tem 220ml.

Bati tudo no liquidificador (deixei o fermento por último), mas se seu liquidificador não for muito potente aconselho a bater os ingredientes mais leves e juntar a aveia e o fermento em uma tigela porque essa massa é bem densa.

Na hora de assar fiquei na dúvida se deveria enfarinhar ou não a forma, então untei e polvilhei farinha de trigo. Acredito que dê para polvilhar com aveia em flocos finos (é que eu só tinha a aveia normal).

Levei para assar em forno preaquecido em 200º por cerca de 35 minutos.

* O tempo pode variar muito dependendo da marca do seu forno. Faça o teste enfiando um palitinho no centro do bolo, se sair limpo, o bolo está assado. Mas atenção: só abra o forno para o teste depois de 30 minutos para o bolo não murchar.

Observações importantes: 
– Eu não achei propriamente sem açúcar, mas eu colocaria 2 colheres (sopa). Isso vai do gosto de cada um, minha mãe achou perfeito. Também depende do quanto a banana está madura, pois quanto mais madura, mais doce.
– Ele sai do forno bem crescido e depois murcha um pouco, é normal. Mesmo assim permanece super macio e úmido (amei a textura).
– Na hora de servir, polvilhe canela e /ou mel.

OBSERVAÇÕES ALEGRIA DE MÃE:

Uso forma para cupcake, fica bom também. Para adaptar para o meu filho alérgico, simplesmente deixo de usar o ovo, e o bolo fica fofinho e delicioso. Meu filho não gosta da fruta banana, creio que a textura o incomoda, mas não deixo de oferecer. Mesmo sendo de banana, ele come esse bolinho e muito bem! hehe

Como já usa uva passas, não acrescento o açúcar e fica docinho. Esses dias achei que a banana não estava tão madura e por isso não ficaria tão doce, acrescentei açúcar e achei doce demais.

Enjoy!

Carmen

 

 

 

Coisas que aprendi com a minha Mãe – parte 3

Olá,

outra “coisa” que aprendi com a minha Mãe foi reunir para orar.

Essa “coisa” me lembro melhor na fase da adolescência/juventude.
Se alguém ligasse para compartilhar alguma dificuldade, algo que estava passando aquele momento, ou até alguma prova que estivesse sendo feita naquele momento, minha mãe reunia quem estava em casa e orávamos juntos.

Simples e eficaz.

Claro que orávamos em outros momentos também, mas essa “coisa” de reunir em dificuldade, interceder por outros, era algo especial.

E é uma alegria, como mãe, passar isso para os meus filhos.

“…A oração de um justo é poderosa e eficaz.”
Tiago 5:16
“E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão”.
Mateus 21:22

Até a próxima,
Carmen

Como encorajar um bom relacionamento entre irmãos

(Na foto acima: meu irmão, um ano mais velho que eu, vestido de Joãozinho. E eu, representando a Mariazinha)

Meninas,

outro assunto citado no link do sorteio, dizia: “Gostaria de saber como lidar com as constantes brigas entre os filhos (pequenos) e com pouca diferença de idade.”

Quem aí brigava com seu/sua irmão/irmã quando pequeno? Ou talvez até na adolescência e juventude? Aqui em casa as brigas já começaram, tendo uma filha de 4 anos e um filho de 2 anos. Creio que a maneira de resolver as brigas vai mudando conforme a idade.

Em casa, quando um pouco maiores, meus pais nos faziam pedir desculpas um ao outro e abraçar o irmão. Hugh…nem sempre era fácil abraçar logo depois da briga!

Aqui vão as dicas que achei mais interessantes, sobre como evitar as brigas:

 

  1. Construa união na família com atividades compartilhadas:

Uma sugestão é ter uma noite da família. Isso ajuda a família a permanecer unida. Esse momento é algo que precisamos para demonstrar suporte e encorajar um ao outro no dia-a-dia. Quer idéias sobre jogos? Clique aqui.

 

  1. Supervisione e ensine:

Se a mãe supervisiona os filhos de perto e confere que eles estejam engajados em atividades interessantes, a probabilidade de ter menos briga é grande. O envolvimento da mãe é de grande importância.

Mas também pode usar momentos antes de sairem do controle, para ensinar o certo e o errado para os filhos.

 

  1. Constantemente edifique/elogie:

Durante o dia, procure maneiras de edificar/elogiar seus filhos. E encoraje os irmãos a elogiar também. Você pode elogiar a limpeza da cozinha que o filho fez: “Uau João, a cozinha está impecável. Você fez um excelente trabalho na sua tarefa hoje. Não é, Kelly?” Mas tenha cuidado para não tornar isso uma competição. Se a Kelly também estava limpando a cozinha, isso seria a pior coisa a se fazer, pois os dois estavam limpando.

Elogios demonstram que você valoriza a criança. Lembre-se de elogiar todos os filhos igualmente. Não favoreça somente um filho.

 

  1. Gaste tempo igualmente com cada filho:

Se um filho ganha mais atenção que o outro, começará uma luta para ver quem é melhor, pois um estará ganhando o que o outro não ganha. Por exemplo, se seu filho ama assistir jogo de futebol, tenha certeza que sua filha (que talvez se importa menos com jogo de futebol) não tenha oportunidade de choramingar quando papai leva seu irmão para o estádio, deixando-a para trás. Ao invés disso, pense em algo que ela iria gostar de fazer, como jogar o jogo de mesa preferido ou sair para tomar um sorvete, então faça planos para isso tudo acontecer ao mesmo tempo.

Aqui em casa as crianças gostam de sair com o papai para os lugares diferentes (com a mamãe sempre saem para todos os lugares): ferragista, banco, loja de animais e outros. Então combinamos que, uma vez vai o irmão, na próxima vez que papai sair e puder levar, será a irmã.

 

  1. Preste atenção no que está sendo absorvido:

O que entra no coração e mente de seu filho  é o que irá “reciclar” seu comportamento. Seja cuidadoso sobre o que a televisão está ensinando. Mesmo programas que se dizem liberados para crianças, usam insultos, sarcasmo, figuras de pais “estúpidos” ou outras mensagens embutidas. Já ouvi pais dizendo que isso não influencia, que eles conversam a respeito. É só fazer a seguinte pergunta: “Meu filho está falando e imitando mais os personagens/heróis da TV ou os personagens/heróis da Bíblia?”

Minha experiência tem mostrado que crianças que passam muito tempo em frente a televisão, demonstram um comportamento muito mais agressivo. E isso pode se aplicar ao irmão ou até amiguinho.

 

  1. Faça regras para a sua casa…para todos:

Deixe claro o que pode e não pode ser dito e feito em sua casa, explicando as consequências.  É importante até mesmo os adultos da casa seguirem as regras. Se você não deixa seu filho se comportar de certa forma, não o faça você. Isso não quer dizer que você não deve disciplinar seus filhos de maneira adequada, mas quer dizer que os adultos não devem usar palavrões, por exemplo. Isso também significa que você não irá permitir que visitantes ultrapassem os limites do seu lar.

 

  1. Mantenha as mãozinhas ocupadas: 

Crianças muitas vezes se tornam chorosas ou reclamam bastante simplismente porque está monótono. Em situações em que seus filhos são obrigados a sentar quietos por muito tempo, usar roupas inconfortáveis, ou estar “presas” por longo tempo como em uma viagem longa, a paciência acaba rápido e começa a choradeira e reclamação. É bom ter altas expectativas para seus filhos, mas também é importante lembrar que são apenas crianças, e planejar de acordo. Isso não significa que você deve ter os últimos aparelhos e tecnologia para mantê-los ocupados todos os tempos. Ao invés disso, encontre maneiras criativas de seus filhos se entreterem, planejando antecipadamente algumas opções: um jogo, ler um livro, cantar uma música, montar um quebra-cabeça, ou ouvir histórias.

Lembro-me que minha mãe levava papel e lápis de cor para pintarmos durante o culto. Isso quando ainda não conseguíamos entender.

Já tive que levar meus dois filhos ao consultório da minha médica. E eles não destruiram a sala de espera (hehehe). Levei livros, jogos, lápis e papel. Lá também tem revistas, libero as que vejo que não serão prejudiciais.

 

  1. Ensine-os a serem irmãos piedosos – que amam a Deus:

É importante não só ensinar o que Deus diz sobre um determinado assunto, mas também mostrar as crianças na Bíblia. Conforme vão crescendo, precisamos ensiná-los a tomarem decisões baseado no que Deus diz sobre o assunto. E o momento de começar é agora.

 

Baseado em:

How to encourage a strong sibling relationship (and end those pesky sibling fights)

6 Smart Ways to Get Your Kids to Stop Fighting
Continuem firmes e orem por seus filhos!

Carmen

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: