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Alegria de Mãe

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Você é um modelo para seu filho?

Esses dias conheci uma mãe, que me contava sobre sua filha, ou melhor, reclamava de sua filha: “Ela não gosta de brincar de quebra-cabeça, é muito vaidosa, ela tem um tablet e só quer saber dele, não se interessa em aprender a ler…” e assim foi contando. Conversando um pouco mais, perguntei se ela, a mãe, tomava tempo pra filha, sentava pra brincar com ela, se ela mesma lia…
Muitas vezes, queremos que uma criança desenvolva algo ou seja algo, sendo que ela não tem um exemplo. E nós, pais, somos os exemplos! Se primeiro não demonstrarmos o correto, como eles irão aprender? E se não demonstramos, e ainda criticamos, isso só irá prejudicar cada vez mais a criança! ‘Bora lá, nesse dia das crianças, não gastar muito dinheiro, mas sim, investir tempo em nossos filhos! Sente no chão e jogue um jogo, role na grama, faça um piquenique, mostre a eles que você se interessa e os ama! – só pra deixar claro que eu tbm preciso me policiar!

Meninos são homens em formação

Oi mães,

você já parou para pensar se incentiva seu filho a ser um homem no futuro? Sim, se você segue a Bíblia, ela é clara quanto a menino que nasceu menino (hoje em dia essa frase tem que ser dita!), ser homem! E menina que nasceu menina, ser mulher!

Precisamos ensinar isso aos nossos filhos! URGENTE! Pois nas escolas estão sendo atacados com “inverdades” e sendo ensinados de que temos que respeitar isso! RESPEITAR? O PECADO?

Veja bem, a “base” de tudo isso é formada desde quando são pequenos! Por isso, como mães e pais, devemos investir no ensino bíblico em casa! E não só isso, precisamos mostrar aos futuros homens como é ser homem! E se os pais não sabem ou não se comportam como homens, como seus filhos o saberão ou aprenderão?

Jáder Borges é pastor presbiteriano e secretário geral do Trabalho com a Infância na Igreja Presbiteriana Brasileira. Promove o congresso infantil Primeiros Passos. Ele esteve na Conferência Fiel para Pastores e Líderes, da Editora Fiel, e compartilhou sua experiência na criação, principalmente, de meninos!

Eis aqui alguns pontos que ele disse que os meninOs precisam:

  • Do pai presente e participativo
  • Da correção paterna
  • Proximidade com a masculinidade sadia
  • Aprender a FAZER com o pai
  • Aprender a SER com o pai e com o pai do pai

A palestra  esclarecedora de Jáder Borges, com o tema “A vulnerabilidade dos meninos em tempos pós-modernos”:

Os cristão precisam acordar enquanto é tempo! PAIS, INVISTAM EM SEUS FILHOS! Se você não investir, o mundo investirá!

Carmen

Desconecte seus filhos

No mundo todo a TV é oferecida como um prato saboroso! A dieta dos eletrônicos tem ganhado muitos adeptos.

A Academia Americana de Pediatria limita o tempo em frente a TV entre 1 a 2 horas, para crianças acima de 2 anos. E para crianças até 2 anos, nada de TV.

Se você é mãe, e principalmente, se é mãe que trabalha em casa, com seus filhos por perto, há de concordar comigo que as vezes é beeeem mais confortável deixar os filhos “só um pouquinho” em frente a televisão ou talvez no tablet.

Esses dias, conversando com uma boa amiga, mãe de quatro filhos, entre 7 e 14 anos, ela comentou sobre como as crianças preferem estar com os eletrônicos.  Ela os força a ir brincar no quintal, e não é que surgem brincadeiras cheias de emoção e fantasia?! Essa é uma das coisas que mais me chama a atenção: crianças que passam muito tempo em frente a TV perdem a capacidade de imaginar suas próprias histórias e personagens. Tudo é dado “mastigado”, os super heróis são aqueles, as roupas serão daquela cor como viram no desenho e a violência será repetida. Já foi comprovado que assistir a cenas violentas pode provocar ansiedade e medo e que as crianças passam a ver a violência como meio adequado para resolver problemas (Talvez você já ouviu sobre a correção física, que é bíblica, gerar violência. Daí me pergunto porque não se preocupam com os desenhos violentos….mas isso vou deixar para outro post).

Outra questão afetada é a falta de paciência. O que assistimos na TV tem seu ritmo acelerado. Um filme, por exemplo, não acontece como seria na vida real, tudo é muito mais rápido. Claro, você diz, é um filme, precisa “caber” naquele tempo previsto. Sim, mas isso faz com que a criança já desenvolva uma “pressa” em como ela acha que as coisas deveriam acontecer.

Algo que percebo também é a propaganda, como influencia a criança. Quando a TV é liberada em casa, usamos Netflix, quem conhece, sabe que não tem propaganda e você escolhe o que irá assistir. Por exemplo, se escolho Barney, somente Barney irá passar e sem propagandas. Já ouvi crianças dizerem que precisam daquele brinquedo. Se não tivessem visto, não saberiam da existência dele. Claro que o pessoal do marketing sabe exatamente como funciona a mente da criança. Mas, pais, isso gera o consumismo em nossos pequenos filhos. É isso o que queremos? Criar pessoas que precisam de coisas e mais coisas?

Já se sabe que a obesidade infantil tem aumentado, grande influencia do tempo “parado” em frente aos eletrônicos, ao invés de se movimentarem com brincadeiras. Sem falar de se alimentar em frente a TV, momento em que está ingerindo calorias que muitas vezes não percebe.

Poderia continuar uma grande lista de influências negativas que a TV/videogame/tablet/celular tem sobre a criança. Mas hoje quero te estimular a “empurrar” seu filho para o mundo real, e dizer “É possível!” Você também pode conseguir desligar a TV mais vezes, ou tirar a criança do videogame…

Minha amiga, que tem quatro filhos, consegue! Ela me estimulou a escrever esse post, para mostrar que mães “normais” (talvez nem tanto..hehe), como ela e eu, conseguem “dominar” o mal que está invadindo nossas casas, o mal virtual, que se não cuidado, se tornará real! Cuide de seus filhos, gaste tempo com brincadeiras reais, leituras, Bíblia, músicas, etc! Ela ainda pediu pra dizer: “É muito mais cansativo criar filhos longe dos eletrônicos!” Será que muitos pais estão sendo preguiçosos?

Mães normais que amam a Deus, sabem o bem que querem para os seus filhos!

Vamos lutar juntas! Aqui no blog já dei idéias de atividades que faço com meus filhos.

Até a próxima,

Carmen

7 HÁBITOS para ser uma MÃE mais ALEGRE

Mães,

hoje em dia existem hábitos e passos para tudo…10 passos para uma vida mais feliz, 5 hábitos para emagrecer mais rápido…e assim vai. Há algum tempo, li esse texto, no blog www.thebettermom.com.

São coisas que talvez já sabemos, mas precisamos ser relembradas. Por isso gostaria de compartilhar os SETE HÁBITOS PARA SER UMA MÃE MAIS ALEGRE:

 

  1. Mães alegres praticam gratidão

Elas fazem um esforço consciente para encontrar coisas pelas quais são gratas. Elas treinam suas mentes para olhar para as bençãos e escolhem focar sua atenção nessas coisas ao invés de focar nas coisas ruins.

Anna Voskamp, a autora de um livro chamado 1000 Presentes, diz: “Nós não devemos mudar o que vemos. Apenas a MANEIRA como vemos.”

O que temos que ter como objetivo então, é escolher focar nas coisas boas ao invés das ruins.

 

  1. Mães alegres escolhem ser alegres

Nós temos o poder de escolher ser alegres ou não.

Nem sempre podemos controlar as coisas que nos acontecem, mas podemos escolher a maneira como reagimos. Podemos controlar se escolhemos alegria ou amargura, gratidão ou ingratidão, felicidade ou descontentamento.

 

  1. Mães alegres não se comparam

Elas não comparam suas vidas com as vidas de outras mães.

Ao invés de focar sua atenção em alguém outro ou naquilo que outro possui, elas escolhem focar sua atenção na sua própria família e naquilo que elas tem.

Steven Furtick, um pastor americano, disse: “A razão pela qual sofremos com a insegurança é porque comparamos o que acontece no nosso “por trás das cenas” com o momento de glória dos outros.”

Comparação é o ladrão de alegria porque nos convence de que para os outros tudo está tão melhor, quando, na verdade, não temos a mínima ideia de como a vida deles realmente se parece.

 

  1. Mães alegres cuidam de si mesmas

Elas tentam se alimentar de forma saudável, tentam cuidar de seu corpo fazendo alguma atividade física, descansam, as vezes saem para passear para renovarem a mente, e investem em coisas que trazem alegria.

É claro que, como mães, existem épocas em que nós nos sacrificamos por nossas famílias, e temos que sacrificar, mas isso não significa que não devemos cuidar de nós mesmas.

 

  1. Mães alegres cuidam de seus casamentos

Essa é a relação ensinada por Deus, representando a igreja, que é a noiva, e Cristo.

É o relacionamento terrestre mais íntimo, então faz sentido que, quando não está forte, minha alegria irá sofrer.

Por outro lado, quando está forte, eu sou uma mulher muito mais alegre.

Nosso relacionamento com nosso marido é de grande importância para os nossos filhos!

 

  1. Mães alegres mantem Deus em primeiro lugar

Mães alegres percebem que verdadeira alegria vem de Deus. Alegria é, na verdade, um fruto do Espírito.

Nós podemos ter felicidade sem um relacionamento com Deus, mas alegria verdadeira – alegria que não pode ser abalada mesmo quando o mundo está em pedaços ao nosso redor – somente é encontrada em Deus.

 

  1. Mães alegres dizem “não” para poder dizer “sim”

Mães alegres mantem suas prioridades. Elas dizem não para o que é bom, para que possam dizer “sim” para o que é melhor.

Talvez isso signifique dizer “não” para outra atividade…para poderem dizer “sim”para um tempo em casa de carinho e leitura de livros.

Talvez isso signifique dizer “não” para a tentação de checar o Facebook…para poderem dizer “sim” ao filho que quer sua inteira atenção.

E talvez, ou melhor, provavelmente, isso signifique dizer “não” a tentação de estar meio presente com sua família….para poder dizer “sim” para a alegria.

Tenham um final de semana cheio de ALEGRIA!!!

Carmen

Coisas que aprendi com a minha Mãe – parte 2

Olá,

hoje continuo falando sobre “coisas que aprendi com a minha mãe”. A “coisa” de hoje é algo que percebo estar se perdendo: hospitalidade.

Minha mãe, como já disse em outro post, é alemã. Diz-se dos alemães, que são pessoas frias. Mas não vejo essa característica na vida de minha mãe.
Quando estávamos sentados a mesa, a campainha tocava, ela logo convidava para se juntar a nós, pegava um prato e não tinha dificuldade em fazer a pessoa se sentir a vontade.

Algumas vezes, algumas pessoas ficavam para dormir. Algumas vezes, muitas pessoas ficavam para dormir. Logo arranjava um cantinho para todos.
Mas não era só arranjar um cantinho, era um cantinho com amor.

Lembro-me das várias mulheres que se encontravam em nossa casa para fazer aula de pintura em tecido, com minha mãe. Nós devíamos ficar lá dentro, não na varanda, onde elas estavam. Tenho em minha memória, bem nítida, essa imagem: mulheres na varanda, eu na porta de vidro, que se podia abrir somente o vidro, tentando ver e ouvir minha mãe. Uma dessas mulheres era a mãe da minha melhor amiga, na época. Ainda mora no mesmo bairro em que meus pais moram. Quando viajo para a visitá-los, tento visitar essa mãe da minha amiga. Na última visita, ela disse que a Eva (minha mãe), precisava fazer de novo esses encontros na casa dela.

Hospitalidade, pra mim, é abrir a porta da casa e deixar a pessoa a vontade, fazê-la sentir que não está atrapalhando, e que é bem vinda.

“Não se esqueçam da hospitalidade; foi praticando-a que, sem o saber, alguns acolheram anjos.”
Hebreus 13:2
“Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação.”
1 Pedro 4:9

E você, pratica a hospitalidade? Ou acha que tem dificuldade?

Até a próxima!

Carmen

Coisas que aprendi com a minha Mãe – parte 1 e RESULTADO DO SORTEIO DIA DAS MÃES

Oi meninas,

hoje começo a olhar para as coisas que aprendi com a minha mãe. Talvez pareçam coisas simples, mas que fizeram e fazem diferença na minha vida, principalmente hoje sendo mãe.

Minha mãe nasceu na Alemanha, onde estudou como professora para “kindergarten”, algo como pré-escolar. Depois, no Instituto Bíblico onde estudou, conheceu meu pai. Casaram e vieram para o Brasil, como missionários. Aqui, enfrentou muitos desafios, como a língua nova e os animais peçonhentos. Ela teve seis filhos, três meninas e três meninos. Hoje todos são casados e tem sua família. Ela tem seis netos muito lindinhos e mais três netos no forno.

A primeira “coisa” que gostaria de compartilhar é:

Sua beleza interior é mais importante que a sua beleza exterior!

Minha mãe não gastava horas em frente ao espelho, ou em salões de beleza. Não estava sempre com a unha feita (e sabe que eu nem notava?), ou com o cabelo da moda.

Sua beleza interior, ah, essa sim estava “em dia”. E ela nos ensinou isso, não nos falando: “Beleza interior é mais importante e etc…”, mas nos ensinou com seu exemplo, vivendo isso.

Não estou querendo dizer que é errado fazer unha ou estar na moda, o que quero dizer é que, muitas mães, investem muito dinheiro e tempo em coisas passageiras, e esquecem que o mais importante é investir no espiritual.

Pra terminar, gostaria de deixar esse trecho da Bíblia:

O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos;
Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus.
1 Pedro 3:3,4

 

Agora vamos ao resultado do SORTEIO:

sorteio dia das maes

PARABÉNS ESTER!

Agora você estará pronta para escrever nestes lindos cartões:

cartoes

 

Se você se interessou pelos cartões, pode encomendar comigo! =)

Até a próxima,

Carmen

Como encorajar um bom relacionamento entre irmãos

(Na foto acima: meu irmão, um ano mais velho que eu, vestido de Joãozinho. E eu, representando a Mariazinha)

Meninas,

outro assunto citado no link do sorteio, dizia: “Gostaria de saber como lidar com as constantes brigas entre os filhos (pequenos) e com pouca diferença de idade.”

Quem aí brigava com seu/sua irmão/irmã quando pequeno? Ou talvez até na adolescência e juventude? Aqui em casa as brigas já começaram, tendo uma filha de 4 anos e um filho de 2 anos. Creio que a maneira de resolver as brigas vai mudando conforme a idade.

Em casa, quando um pouco maiores, meus pais nos faziam pedir desculpas um ao outro e abraçar o irmão. Hugh…nem sempre era fácil abraçar logo depois da briga!

Aqui vão as dicas que achei mais interessantes, sobre como evitar as brigas:

 

  1. Construa união na família com atividades compartilhadas:

Uma sugestão é ter uma noite da família. Isso ajuda a família a permanecer unida. Esse momento é algo que precisamos para demonstrar suporte e encorajar um ao outro no dia-a-dia. Quer idéias sobre jogos? Clique aqui.

 

  1. Supervisione e ensine:

Se a mãe supervisiona os filhos de perto e confere que eles estejam engajados em atividades interessantes, a probabilidade de ter menos briga é grande. O envolvimento da mãe é de grande importância.

Mas também pode usar momentos antes de sairem do controle, para ensinar o certo e o errado para os filhos.

 

  1. Constantemente edifique/elogie:

Durante o dia, procure maneiras de edificar/elogiar seus filhos. E encoraje os irmãos a elogiar também. Você pode elogiar a limpeza da cozinha que o filho fez: “Uau João, a cozinha está impecável. Você fez um excelente trabalho na sua tarefa hoje. Não é, Kelly?” Mas tenha cuidado para não tornar isso uma competição. Se a Kelly também estava limpando a cozinha, isso seria a pior coisa a se fazer, pois os dois estavam limpando.

Elogios demonstram que você valoriza a criança. Lembre-se de elogiar todos os filhos igualmente. Não favoreça somente um filho.

 

  1. Gaste tempo igualmente com cada filho:

Se um filho ganha mais atenção que o outro, começará uma luta para ver quem é melhor, pois um estará ganhando o que o outro não ganha. Por exemplo, se seu filho ama assistir jogo de futebol, tenha certeza que sua filha (que talvez se importa menos com jogo de futebol) não tenha oportunidade de choramingar quando papai leva seu irmão para o estádio, deixando-a para trás. Ao invés disso, pense em algo que ela iria gostar de fazer, como jogar o jogo de mesa preferido ou sair para tomar um sorvete, então faça planos para isso tudo acontecer ao mesmo tempo.

Aqui em casa as crianças gostam de sair com o papai para os lugares diferentes (com a mamãe sempre saem para todos os lugares): ferragista, banco, loja de animais e outros. Então combinamos que, uma vez vai o irmão, na próxima vez que papai sair e puder levar, será a irmã.

 

  1. Preste atenção no que está sendo absorvido:

O que entra no coração e mente de seu filho  é o que irá “reciclar” seu comportamento. Seja cuidadoso sobre o que a televisão está ensinando. Mesmo programas que se dizem liberados para crianças, usam insultos, sarcasmo, figuras de pais “estúpidos” ou outras mensagens embutidas. Já ouvi pais dizendo que isso não influencia, que eles conversam a respeito. É só fazer a seguinte pergunta: “Meu filho está falando e imitando mais os personagens/heróis da TV ou os personagens/heróis da Bíblia?”

Minha experiência tem mostrado que crianças que passam muito tempo em frente a televisão, demonstram um comportamento muito mais agressivo. E isso pode se aplicar ao irmão ou até amiguinho.

 

  1. Faça regras para a sua casa…para todos:

Deixe claro o que pode e não pode ser dito e feito em sua casa, explicando as consequências.  É importante até mesmo os adultos da casa seguirem as regras. Se você não deixa seu filho se comportar de certa forma, não o faça você. Isso não quer dizer que você não deve disciplinar seus filhos de maneira adequada, mas quer dizer que os adultos não devem usar palavrões, por exemplo. Isso também significa que você não irá permitir que visitantes ultrapassem os limites do seu lar.

 

  1. Mantenha as mãozinhas ocupadas: 

Crianças muitas vezes se tornam chorosas ou reclamam bastante simplismente porque está monótono. Em situações em que seus filhos são obrigados a sentar quietos por muito tempo, usar roupas inconfortáveis, ou estar “presas” por longo tempo como em uma viagem longa, a paciência acaba rápido e começa a choradeira e reclamação. É bom ter altas expectativas para seus filhos, mas também é importante lembrar que são apenas crianças, e planejar de acordo. Isso não significa que você deve ter os últimos aparelhos e tecnologia para mantê-los ocupados todos os tempos. Ao invés disso, encontre maneiras criativas de seus filhos se entreterem, planejando antecipadamente algumas opções: um jogo, ler um livro, cantar uma música, montar um quebra-cabeça, ou ouvir histórias.

Lembro-me que minha mãe levava papel e lápis de cor para pintarmos durante o culto. Isso quando ainda não conseguíamos entender.

Já tive que levar meus dois filhos ao consultório da minha médica. E eles não destruiram a sala de espera (hehehe). Levei livros, jogos, lápis e papel. Lá também tem revistas, libero as que vejo que não serão prejudiciais.

 

  1. Ensine-os a serem irmãos piedosos – que amam a Deus:

É importante não só ensinar o que Deus diz sobre um determinado assunto, mas também mostrar as crianças na Bíblia. Conforme vão crescendo, precisamos ensiná-los a tomarem decisões baseado no que Deus diz sobre o assunto. E o momento de começar é agora.

 

Baseado em:

How to encourage a strong sibling relationship (and end those pesky sibling fights)

6 Smart Ways to Get Your Kids to Stop Fighting
Continuem firmes e orem por seus filhos!

Carmen

Quem ganhou o jogo?

 

Oi! =)

Quando pequena, lembro-me de termos um “dia da família”. A tarde, íamos ao clube, brincávamos juntos, nadávamos e nos divertíamos em família! Também me lembro de que as vezes, nos sentávamos na grama do quintal de casa, e fazíamos piquenique. Outras vezes, fazíamos jogos de mesa. Me lembro bem de um jogo que era muito bem guardado, por ser frágil: uns sapos grandes que ficavam pulando e com uma rede pequena, tínhamos que tentar pegá-los no ar. Era muito divertido!

Crianças gostam da atenção dos pais e de ter toda a família reunida. Os jogos de mesa são um motivador para que isso aconteça.

Crianças um pouco mais velhas também precisam de atenção:

“É curioso notar, por exemplo, como as mães costumam dar atenção às crianças pequenas, até quatro ou cinco anos. Elas se dispõem inclusive a sentar com a criança e jogar. Talvez porque acreditem que isso faz parte do seu dever de mãe, que isso estimula a criança e contribui para a sua formação, exercita sua inteligência, etc. Então elas têm muita disposição para ensinar os filhos a jogar o jogo da memória, a montar quebra cabeça… Mas depois disso, adeus jogos. Por quê?”

Uma das razões para que isso não aconteça, é que existe a nossa disposição a TV, jogos de vídeo game, tablets, e muitos eletrônicos. Mas cada um tem seu interesse no material disponível na TV, jogos de vídeo game não estimulam uma conversa, tablets e eletrônicos, muito menos.

Além de trazer união e diálogo, os jogos de mesa também ensinarão a criança a não desistir de algo que começou. Lembro-me de que, quando começávamos um jogo, meus pais nos ensinavam a ficar até o término dele. Entrávamos no jogo, sabendo que iríamos até o fim. Na prática, isso nos ajuda a assumir um compromisso e cumpri-lo. Por exemplo: casar e não pensar em divórcio na primeira dificuldade.

Além disso, jogos de mesa estimulam a atenção, o escutar e os níveis de concentração.

Em seu texto “A importância de jogar em família”Sergio Halaban, diz:

“Finalmente, um ponto não menos importante: jogar é divertido! Se você tiver o jogo adequado, jogar é divertido. E há jogos que podem proporcionar uma experiência agradável para adultos e crianças na mesma mesa. Isso é algo que os alemães compreendem como ninguém. Li uma vez, numa entrevista do Sid Sakson, algo mais ou menos assim: A Alemanha é o único país em que um pai considera que jogar com seus filhos faz parte de seus deveres. Não é à toa que os melhores jogos estejam vindo de lá. Mas você não precisa estar na Alemanha para sentar com seus filhos à mesa, tirar um jogo do armário e interagir, como pais e filhos deveriam interagir, em qualquer idade.”

Quero te motivar a separar uma noite por semana, para ser chamada de Noite dos Jogos. E não precisa de grandes investimentos. Existem coisas em casa que podem ser usadas para se jogar algo.

Veja essa ideia aqui, de um jogo que usa dicionário (gosto desse, me divirto!) e essa outra aqui, que utiliza dados e habilidade de somar.

E aqui vai uma ideia do que fizemos em nossa casa alguns dias atrás, com nossos queridos filhos (de 4 anos e 2 anos):

 

Divirtam-se e até a próxima!

Carmen

 

 

Ginny Pereira em “Exemplo de Vó”

Olá, meninas!

Hoje vocês conferem uma novidade aqui no blog: entrevistas. Acho muito válido escutar experiências de outras pessoas, e como funcionou ou não funcionou.

A primeira foi concedida pela avó dos meus filhos, minha sogra, Ginny.

Ginny nasceu nos EUA, estudou no Prairie Bible College. Aos 7 anos, entendeu a necessidade de ter Jesus como seu Salvador e aos 11 anos, num culto ao redor de uma fogueira, em um acampamento, sentiu Deus a chamando para ser missionária. Aos 25 anos veio ao Brasil como missionária da APEC. Aos 28 anos se casou, nos EUA, com Oduvaldo (Dinho). Voltaram para o Brasil, e começaram a trabalhar no Acampamento Boas Novas, que estava começando a ser estabelecido, em Mairiporã, SP.

Há 17 anos estão em Três Ranchos, Goiás, coordenando o Acampamento Victória.

 

AlegriadeMãe: Quantos filhos e netos a senhora tem?

Ginny: Tenho 3 filhos e 6 netos (5 meninos e 1 menina).

 

AlegriadeMãe: Qual a importância que a senhora acha que tem o relacionamento avó/neto?

Ginny: Um precisa do outro. Os avós dos netos, e os netos dos avós. As crianças precisam ter contato com pessoas mais velhas, da família, para aprender com elas e conviver com elas. E os avós podem apoiar os ensinamentos que os pais passam aos filhos, dessa forma as crianças aprendem que não são só os pais que pensam daquele jeito.

 

AlegriadeMãe: Quando a senhora está só com os netos, o que costuma fazer?

Ginny: A gente senta no chão e brinca. Conto histórias, leio livros, cantamos juntos. As vezes fazemos trabalhos manuais juntos. Com minha neta brinco de mamãe e filhinha (risos). Na última visita deles em minha casa, fizemos massinha.

 

AlegriadeMãe: Como a senhora acha que uma avó pode influenciar seus netos para as coisas de Deus?

Ginny: Sendo exemplo. As crianças vendo que a vovó acha importante orar, ler a Bíblia. Passar valores. Eles aprendem vendo a gente fazer e também o amor que transmitimos. A avó também tem oportunidades de falar de Jesus, o que Ele fez para nos dar salvação e como precisamos aceitá-lO como nosso Salvador. As orações das vovós pelos netos, tem grande influência também!

 

AlegriadeMãe: Quais dicas de atividades a senhora pode dar para aquela avó que quer idéias do que fazer com seus netos?

Ginny: Sentar e pintar com os netos, criança gosta quando a gente senta e dá atenção. Cantar músicas. Passear ao ar livre e ir conversando. Abaixar na altura delas, para ouví-las melhor. Ler histórias. Fazer piqueniques.

 

AlegriadeMãe: Relembrando os seus tempos de mãe com filhos pequenos, qual dica ou dicas gostaria de dar para mamães de filhos pequenos?

Ginny: Ser mãe é uma grande responsabilidade que Deus nos dá e se nós dependemos dEle, Ele  também vai nos dar todo o amor, sabedoria, coragem, persistência, tudo que nós precisamos para criar os filhos para Ele.  Temos que aprender a falar com Deus sobre nossos filhos.  Ele quer nos ajudar.

Obrigada Vovó Ginny!

 

Abraços e bom final de semana,

Carmen

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