(Na foto acima: meu irmão, um ano mais velho que eu, vestido de Joãozinho. E eu, representando a Mariazinha)

Meninas,

outro assunto citado no link do sorteio, dizia: “Gostaria de saber como lidar com as constantes brigas entre os filhos (pequenos) e com pouca diferença de idade.”

Quem aí brigava com seu/sua irmão/irmã quando pequeno? Ou talvez até na adolescência e juventude? Aqui em casa as brigas já começaram, tendo uma filha de 4 anos e um filho de 2 anos. Creio que a maneira de resolver as brigas vai mudando conforme a idade.

Em casa, quando um pouco maiores, meus pais nos faziam pedir desculpas um ao outro e abraçar o irmão. Hugh…nem sempre era fácil abraçar logo depois da briga!

Aqui vão as dicas que achei mais interessantes, sobre como evitar as brigas:

 

  1. Construa união na família com atividades compartilhadas:

Uma sugestão é ter uma noite da família. Isso ajuda a família a permanecer unida. Esse momento é algo que precisamos para demonstrar suporte e encorajar um ao outro no dia-a-dia. Quer idéias sobre jogos? Clique aqui.

 

  1. Supervisione e ensine:

Se a mãe supervisiona os filhos de perto e confere que eles estejam engajados em atividades interessantes, a probabilidade de ter menos briga é grande. O envolvimento da mãe é de grande importância.

Mas também pode usar momentos antes de sairem do controle, para ensinar o certo e o errado para os filhos.

 

  1. Constantemente edifique/elogie:

Durante o dia, procure maneiras de edificar/elogiar seus filhos. E encoraje os irmãos a elogiar também. Você pode elogiar a limpeza da cozinha que o filho fez: “Uau João, a cozinha está impecável. Você fez um excelente trabalho na sua tarefa hoje. Não é, Kelly?” Mas tenha cuidado para não tornar isso uma competição. Se a Kelly também estava limpando a cozinha, isso seria a pior coisa a se fazer, pois os dois estavam limpando.

Elogios demonstram que você valoriza a criança. Lembre-se de elogiar todos os filhos igualmente. Não favoreça somente um filho.

 

  1. Gaste tempo igualmente com cada filho:

Se um filho ganha mais atenção que o outro, começará uma luta para ver quem é melhor, pois um estará ganhando o que o outro não ganha. Por exemplo, se seu filho ama assistir jogo de futebol, tenha certeza que sua filha (que talvez se importa menos com jogo de futebol) não tenha oportunidade de choramingar quando papai leva seu irmão para o estádio, deixando-a para trás. Ao invés disso, pense em algo que ela iria gostar de fazer, como jogar o jogo de mesa preferido ou sair para tomar um sorvete, então faça planos para isso tudo acontecer ao mesmo tempo.

Aqui em casa as crianças gostam de sair com o papai para os lugares diferentes (com a mamãe sempre saem para todos os lugares): ferragista, banco, loja de animais e outros. Então combinamos que, uma vez vai o irmão, na próxima vez que papai sair e puder levar, será a irmã.

 

  1. Preste atenção no que está sendo absorvido:

O que entra no coração e mente de seu filho  é o que irá “reciclar” seu comportamento. Seja cuidadoso sobre o que a televisão está ensinando. Mesmo programas que se dizem liberados para crianças, usam insultos, sarcasmo, figuras de pais “estúpidos” ou outras mensagens embutidas. Já ouvi pais dizendo que isso não influencia, que eles conversam a respeito. É só fazer a seguinte pergunta: “Meu filho está falando e imitando mais os personagens/heróis da TV ou os personagens/heróis da Bíblia?”

Minha experiência tem mostrado que crianças que passam muito tempo em frente a televisão, demonstram um comportamento muito mais agressivo. E isso pode se aplicar ao irmão ou até amiguinho.

 

  1. Faça regras para a sua casa…para todos:

Deixe claro o que pode e não pode ser dito e feito em sua casa, explicando as consequências.  É importante até mesmo os adultos da casa seguirem as regras. Se você não deixa seu filho se comportar de certa forma, não o faça você. Isso não quer dizer que você não deve disciplinar seus filhos de maneira adequada, mas quer dizer que os adultos não devem usar palavrões, por exemplo. Isso também significa que você não irá permitir que visitantes ultrapassem os limites do seu lar.

 

  1. Mantenha as mãozinhas ocupadas: 

Crianças muitas vezes se tornam chorosas ou reclamam bastante simplismente porque está monótono. Em situações em que seus filhos são obrigados a sentar quietos por muito tempo, usar roupas inconfortáveis, ou estar “presas” por longo tempo como em uma viagem longa, a paciência acaba rápido e começa a choradeira e reclamação. É bom ter altas expectativas para seus filhos, mas também é importante lembrar que são apenas crianças, e planejar de acordo. Isso não significa que você deve ter os últimos aparelhos e tecnologia para mantê-los ocupados todos os tempos. Ao invés disso, encontre maneiras criativas de seus filhos se entreterem, planejando antecipadamente algumas opções: um jogo, ler um livro, cantar uma música, montar um quebra-cabeça, ou ouvir histórias.

Lembro-me que minha mãe levava papel e lápis de cor para pintarmos durante o culto. Isso quando ainda não conseguíamos entender.

Já tive que levar meus dois filhos ao consultório da minha médica. E eles não destruiram a sala de espera (hehehe). Levei livros, jogos, lápis e papel. Lá também tem revistas, libero as que vejo que não serão prejudiciais.

 

  1. Ensine-os a serem irmãos piedosos – que amam a Deus:

É importante não só ensinar o que Deus diz sobre um determinado assunto, mas também mostrar as crianças na Bíblia. Conforme vão crescendo, precisamos ensiná-los a tomarem decisões baseado no que Deus diz sobre o assunto. E o momento de começar é agora.

 

Baseado em:

How to encourage a strong sibling relationship (and end those pesky sibling fights)

6 Smart Ways to Get Your Kids to Stop Fighting
Continuem firmes e orem por seus filhos!

Carmen

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